Eu não disse que a coisa aqui estava preta? Pois então...
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Se bem que o dia mais quente da minha história foi em dezembro de 1997 no Rio de Janeiro. 41 graus. Detalhe: estávamos hospedados na casa da minha cunhada, que (adivinha?) não tem ar condicionado.
Aliás, minha sogra também não tem. Nem meus outros dois cunhados. Só o mais velho tem, mas isso é influência da mulher, que tem família em Curitiba - e conseguiu vencer a barreira do "medo da friagem" familiar.
Tô aqui pensando em alguma mutação genética ou uma forte tendência ao masoquismo, porque não é possível.
Ah, e no período supracitado, filhtoa estava tendo uns febrões de 40 graus. E era véspera de reveillon, ou seja, vaga em hotel nem pensar. Não fosse o batizado da mocinha (contra a minha vontade) e minha mãe e minha avó estarem num lindo hotel na praia de Ipanema (com vista e, o principal: ar condicionado) para assistir o evento, acho que não estava aqui pra contar a história...




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