Bem feito pra mim. Que sempre achei o máximo ter uma companheira para ver os meus seriados cabeludos de crime.
Daí, no dia em que uma prateleira assassina te ataca (e eu saio andando na maior, crente que era só mais um arranhão, acostumada que estou com a falta de garbo e elegância com que atravesso este vale de lágrimas) e o marido vem correndo apavorado com a sanguera, a filhota, ao invés de me pegar no colo, falar palavras doces de consolo (e um sorvete nessa hora não era nada mau), saca da câmara e registra a cena do crime:
(Sim, eu ainda tenho móveis tubulares. Não adianta, eu saio dos anos 80 mas eles não saem de mim.)
E a filha da mãe não só fotografa, como publica no flickr.

Do jeito que a coisa vai, qualquer hora meu tornozelo vai ter comunidade no orkutis.

(sacaram a melancia, hein, hein, hein? melancia, talho... tá, parei.)
Ah, para estômagos fortes, estudantes de Medicina e sádicos em geral, em cores e com cortes, aqui.
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Resumo da ópera: Dei sorte, porque quase lasquei meu tendão de Aquiles.
E foram cinco pontos. Os primeiros que levo na minha vida que não foram sob forte sedação anestésica e dentro de um centro cirúrgico. Os mesmos que eu queria levar há quarenta anos (criança é bicho besta mesmo ou só eu que era retardada?)
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Não quero nem pensar no tanto que vai arder na hora do banho. Ouch!
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